İstanbul Sağlık ve Teknoloji Üniversitesi Kurumsal Akademik Arşivi

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Güncel Gönderiler

Yayın
Green synthesis of titanium dioxide nanoparticles using a deep eutectic solvent-based extract of Prunus spinosa L. for photocatalytic degradation of 2,4-dichlorophenoxyacetic acid
(Elsevier, 2026) Bozkurt, Rabia Nur; Şahin, Selin; Cadar, Oana
In this study, polyphenol-rich extract obtained from Prunus spinosa L. fruit using choline chloride/lactic acid (1/ 1) deep eutectic solvent was used as reducing, stabilizing and capping agent in the green synthesis of TiO2 nanoparticles (TiO2-NPs). The extraction system using a homogenizer was optimized using the Response Surface Methodology (RSM). The conditions providing the highest efficiency for total phenolic content (40.885 mg-GAE/ g-FF) and antioxidant activity (86.22%) were determined as 46.179% (v/v) water ratio to DES, 1.478 g sample amount and 65.513 s extraction time. UV–Vis DRS, PL, SEM-EDX, HR-TEM-EDX, FTIR, XRD, DLS, and Zeta Potential analyses revealed that the TiO2-NPs had a band gap of 2.8 eV, a spherical morphology, nanosize, and high crystalline purity. Comparative DLS and zeta potential analyses of aqueous extract and DES-based systems showed that the DES-based environment yields smaller and more stable TiO2-NPs. Furthermore, TiO2-NPs showed notable antioxidant activity, with an IC50 value of 52.4 μg/mL. The TiO2-NPs were utilized as photo catalysts to degrade 2,4-dichlorophenoxyacetic acid (2,4-D). Photocatalytic tests showed the highest efficiency, achieving 66.9% degradation of an 80 mg/L 2.4-D solution with 50 mg of TiO2-NPs at pH 5.5 within 120 min. The photocatalyst remained stable after three cycles. A nanomaterial has been sustainably created using an extremely environmentally friendly method for photocatalytic pollutant destruction.
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Violência no local de trabalho contra enfermeiros: Evidências qualitativas recentes
(Scienceduc Eventos, 2026) Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
Introdução: A violência no trabalho constitui um grave e persistente problema enfrentado por enfermeiros em todo o mundo. Apesar dos avanços nas discussões sobre o tema, bem como na formulação de legislação e na implementação de diversas medidas voltadas à proteção desses profissionais no exercício de suas funções nas instituições de saúde, o fenômeno continua ocorrendo de forma recorrente, tornando-se cada vez mais diversificado e frequente. Objetivo: Refletir sobre a violência que ameaça os enfermeiros no local de trabalho, com base na literatura científica publicada em 2025. Metodologia: Trata-se de uma reflexão teórica, cujas buscas por artigos originais de pesquisas qualitativas primárias, publicados em inglês, foram realizadas na última semana de dezembro de 2025, na base de dados Scopus. Os descritores utilizados nas buscas foram “workplace violence”, “nurs”* e “qualitative”, correspondentes, em português, a “violência no local de trabalho”, “enf*” e “qualitativa”. A reflexão foi norteada pela seguinte pergunta: “Qual é a situação da violência no local de trabalho enfrentada por enfermeiros, segundo pesquisas qualitativas publicadas em 2025?” Resultados: Foram identificados nove artigos, dos quais seis atenderam a todos os critérios e foram incluídos nesta reflexão. Os estudos foram conduzidos em seis países: África do Sul, Arábia Saudita, China, Egito, Estados Unidos e Noruega, com amostras que variaram entre oito e 312 enfermeiros. Os achados evidenciaram que, além de sequelas físicas, a violência no local de trabalho acarreta sofrimento emocional significativo. Os episódios de violência foram atribuídos ou facilitados pela falta de conhecimento do público, pela insuficiência de segurança, pela complacência gerencial e por fragilidades estruturais das instituições. Embora as fontes de violência sejam predominantemente externas, especialmente por pacientes e seus familiares, a violência perpetrada por colegas de trabalho e, sobretudo, por gestores não pode ser minimizada. Ademais, sistemas de notificação complexos, que dificultam o registro dos episódios, e a banalização da violência foram destacados como fatores relevantes nos estudos analisados. O apoio psicológico aos profissionais, a educação permanente e a implementação de sistemas de notificação mais simples e acessíveis foram apontados como medidas fundamentais para mitigar a violência no trabalho entre enfermeiros. Conclusão: A violência no local de trabalho vem crescendo e assumindo novas formas, configurando uma ameaça crescente à saúde física, mental e social dos enfermeiros. O fato de terem sido identificadas diversas pesquisas sobre o tema — mesmo considerando a busca por um delineamento metodológico específico em um período de tempo limitado — evidencia a gravidade do problema e a necessidade de aprofundamento das discussões. O apoio de formuladores de políticas públicas, administradores de instituições de saúde e gestores de enfermagem é essencial para a implementação de estratégias eficazes que contribuam para o controle e a prevenção da violência no ambiente de trabalho.
Yayın
O papel da educação permanente no desenvolvimento profissional da enfermagem
(Scienceduc Eventos, 2026) Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
Introdução: A educação permanente em saúde fundamenta-se na articulação entre aprendizagem, trabalho e cuidado, construída a partir das experiências cotidianas vivenciadas no exercício das funções nos serviços de saúde. No contexto da enfermagem, esse processo contribui significativamente para o desenvolvimento profissional contínuo da equipe, promovendo a atualização de conhecimentos, o aprimoramento de competências e a reflexão crítica sobre a prática. Objetivo: Refletir sobre o papel da educação permanente na área de enfermagem. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa, fundamentada em artigos originais de pesquisas primárias, publicados em língua portuguesa nos últimos cinco anos, com participação de enfermeiros. Os textos completos foram localizados na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), a partir de buscas realizadas em dezembro de 2025. Para a identificação dos estudos, utilizaram-se, como descritores aplicados aos títulos dos artigos, os termos “educação permanente” e “enf*”. Resultados: Foram identificados 44 artigos, dos quais sete atenderam a todos os critérios de elegibilidade e foram incluídos nesta revisão. Os estudos foram desenvolvidos em três regiões do Brasil: Sul (n=4), Sudeste (n=2) e Nordeste (n=1). Quanto ao delineamento metodológico, predominaram os estudos qualitativos (n=4), seguidos dos quantitativos (n=2) e de método misto (n=1). O número de participantes variou entre nove e 216 enfermeiros. De modo geral, os resultados indicam que os enfermeiros se mostram satisfeitos, motivados e autoconfiantes em relação às ações de educação permanente. Os estudos apontam a utilização tanto de métodos inovadores, como simulações clínicas, quanto de abordagens tradicionais no processo educativo. Apesar de reconhecerem a importância da educação permanente na disseminação do conhecimento, na melhoria das relações interpessoais da equipe e na qualificação do cuidado na relação enfermeiro-paciente, bem como sua responsabilidade na busca contínua por atualização, observa-se dificuldade na integração do conhecimento adquirido aos múltiplos aspectos da prática de enfermagem. Tal achado sugere fragilidades no desenvolvimento do pensamento crítico dos profissionais. Conclusão: A educação permanente em saúde configura-se como uma importante oportunidade de aprendizagem e de desenvolvimento profissional e pessoal para os enfermeiros, devendo ser adequadamente planejada e efetivamente implementada nas instituições de saúde. Para que essas ações educativas alcancem resultados significativos, seus objetivos e práticas precisam estar alinhados à realidade das rotinas de trabalho da enfermagem. Somente dessa forma é possível promover a incorporação do conhecimento à prática cotidiana e, consequentemente, assegurar a oferta de um cuidado qualificado e seguro.
Yayın
Situações críticas: Uma breve reflexão sobre o preparo dos enfermeiros
(Scienceduc Eventos, 2026) Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
Introdução: A recente crise sanitária provocada pela pandemia de COVID-19 evidenciou a necessidade de refletir sobre o preparo dos profissionais de saúde para atuar em situações de crise e de desastres. Nesse contexto, destacam-se os enfermeiros, cuja formação deve contemplar conteúdos teóricos e práticos que os capacitem para a tomada de decisões e a atuação em momentos críticos. Objetivo: Fazer uma breve reflexão sobre o preparo dos enfermeiros para atuar em crises sanitárias e desastres naturais. Metodologia: Trata-se de uma reflexão, fundamentada em artigos originais de pesquisas primárias, conduzidas com enfermeiros e publicados em língua inglesa nos últimos cinco anos. Os textos foram localizados na base de dados Scopus, a partir de buscas realizadas em dezembro de 2025. Para a identificação dos estudos, utilizaram-se, como descritores aplicados aos títulos dos artigos, os termos em inglês “disaster”, “knowledge”, “preparedness” e “nurs*”, que correspondem, em português, a “desastre”, “conhecimento”, “preparo” e “enf*”. Resultados: Dos 15 documentos identificados, oito foram excluídos (quatro por não envolverem enfermeiros, três por não se tratar de pesquisas primárias e um por indisponibilidade do texto completo), resultando na inclusão de sete artigos nesta reflexão. As pesquisas foram conduzidas em cinco países: Bangladesh (n=2), Irã (n=2), Iraque (n=1), Jordânia (n=1) e Palestina (n=1). Dos sete artigos incluídos, três foram desenvolvidos com enfermeiros atuantes em serviços de emergência, e três apresentaram delineamento quase experimental, com o objetivo de avaliar o conhecimento e o nível de preparo dos enfermeiros antes e após a realização de treinamentos sobre o tema. A literatura analisada revelou resultados heterogêneos, indicando que o nível de preparação dos enfermeiros para atuar em situações de crise varia de baixo a moderado. Evidencia-se que o preparo dos enfermeiros para a atuação em situações críticas deve ser iniciado ainda durante a formação acadêmica, nas instituições de ensino, e mantido de forma contínua nas instituições de saúde em que atuam, por meio de programas de educação permanente. Nesse sentido, compreende-se que métodos de ensino diversificados devem ser implementados, incluindo abordagens inovadoras, como o uso de aplicativos para telefones inteligentes no processo de capacitação profissional. Conclusão: Enfermeiros atuantes em diferentes unidades das instituições de saúde devem receber treinamento permanente sobre a atuação em crises sanitárias e desastres naturais, uma vez que precisam estar preparados para situações que podem surgir de forma inesperada, como ocorreu na recente crise sanitária global causada pela COVID-19. Nesse contexto, os enfermeiros gestores desempenham um papel fundamental no planejamento, na implementação e na supervisão desses processos de capacitação.
Yayın
Alexithymia, stress, and anxiety among nurses
(İksad Publishing House, 2026) Uzun, Hülya; Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
For the nursing profession, which is based on patient-centered and holistic care, to be carried out effectively, nurses need to maintain a good level of psychological well-being. However, the profession-specific characteristics of nursing and the challenges encountered in practice may lead to the emergence of various psychological problems, particularly alexithymia, stress, and anxiety. Alexithymia, often referred to as “emotional blindness,” is characterized by difficulties in identifying, distinguishing, and expressing one’s own emotional states, and it negatively affects emotional regulation. Stress is defined as a state of tension in the organism caused by internal or external stimuli that disrupt physical and emotional balance. Anxiety, on the other hand, is described as an unpleasant state of distress, often accompanied by various physiological symptoms, that individuals experience during certain periods of their lives. The aim of this literature review is to provide information on alexithymia, stress, and anxiety among nurses. According to the reviewed literature, levels of alexithymia, stress, and anxiety among nurses generally range from moderate to high. Studies conducted in different contexts indicate that these psychological factors are frequently observed in nurses’ clinical practice and may affect both professionals’ well-being and the quality of care provided. However, studies that jointly examine the relationship between alexithymia, stress, and anxiety—particularly among Turkish nurses—remain limited. Understanding the relationships among these variables may contribute to protecting nurses’ mental health, improving their quality of life, and developing effective preventive strategies for a profession that plays a central role in healthcare systems. In this context, it is believed that improving working conditions and providing adequate organizational support will strengthen nurses’ psychological well-being and enhance their capacity to cope with the emotional demands of the profession.