İstanbul Sağlık ve Teknoloji Üniversitesi Kurumsal Akademik Arşivi

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Güncel Gönderiler

Yayın
O papel da educação permanente no desenvolvimento profissional da enfermagem
(Scienceduc Eventos, 2026) Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
Introdução: A educação permanente em saúde fundamenta-se na articulação entre aprendizagem, trabalho e cuidado, construída a partir das experiências cotidianas vivenciadas no exercício das funções nos serviços de saúde. No contexto da enfermagem, esse processo contribui significativamente para o desenvolvimento profissional contínuo da equipe, promovendo a atualização de conhecimentos, o aprimoramento de competências e a reflexão crítica sobre a prática. Objetivo: Refletir sobre o papel da educação permanente na área de enfermagem. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa, fundamentada em artigos originais de pesquisas primárias, publicados em língua portuguesa nos últimos cinco anos, com participação de enfermeiros. Os textos completos foram localizados na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), a partir de buscas realizadas em dezembro de 2025. Para a identificação dos estudos, utilizaram-se, como descritores aplicados aos títulos dos artigos, os termos “educação permanente” e “enf*”. Resultados: Foram identificados 44 artigos, dos quais sete atenderam a todos os critérios de elegibilidade e foram incluídos nesta revisão. Os estudos foram desenvolvidos em três regiões do Brasil: Sul (n=4), Sudeste (n=2) e Nordeste (n=1). Quanto ao delineamento metodológico, predominaram os estudos qualitativos (n=4), seguidos dos quantitativos (n=2) e de método misto (n=1). O número de participantes variou entre nove e 216 enfermeiros. De modo geral, os resultados indicam que os enfermeiros se mostram satisfeitos, motivados e autoconfiantes em relação às ações de educação permanente. Os estudos apontam a utilização tanto de métodos inovadores, como simulações clínicas, quanto de abordagens tradicionais no processo educativo. Apesar de reconhecerem a importância da educação permanente na disseminação do conhecimento, na melhoria das relações interpessoais da equipe e na qualificação do cuidado na relação enfermeiro-paciente, bem como sua responsabilidade na busca contínua por atualização, observa-se dificuldade na integração do conhecimento adquirido aos múltiplos aspectos da prática de enfermagem. Tal achado sugere fragilidades no desenvolvimento do pensamento crítico dos profissionais. Conclusão: A educação permanente em saúde configura-se como uma importante oportunidade de aprendizagem e de desenvolvimento profissional e pessoal para os enfermeiros, devendo ser adequadamente planejada e efetivamente implementada nas instituições de saúde. Para que essas ações educativas alcancem resultados significativos, seus objetivos e práticas precisam estar alinhados à realidade das rotinas de trabalho da enfermagem. Somente dessa forma é possível promover a incorporação do conhecimento à prática cotidiana e, consequentemente, assegurar a oferta de um cuidado qualificado e seguro.
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Situações críticas: Uma breve reflexão sobre o preparo dos enfermeiros
(Scienceduc Eventos, 2026) Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
Introdução: A recente crise sanitária provocada pela pandemia de COVID-19 evidenciou a necessidade de refletir sobre o preparo dos profissionais de saúde para atuar em situações de crise e de desastres. Nesse contexto, destacam-se os enfermeiros, cuja formação deve contemplar conteúdos teóricos e práticos que os capacitem para a tomada de decisões e a atuação em momentos críticos. Objetivo: Fazer uma breve reflexão sobre o preparo dos enfermeiros para atuar em crises sanitárias e desastres naturais. Metodologia: Trata-se de uma reflexão, fundamentada em artigos originais de pesquisas primárias, conduzidas com enfermeiros e publicados em língua inglesa nos últimos cinco anos. Os textos foram localizados na base de dados Scopus, a partir de buscas realizadas em dezembro de 2025. Para a identificação dos estudos, utilizaram-se, como descritores aplicados aos títulos dos artigos, os termos em inglês “disaster”, “knowledge”, “preparedness” e “nurs*”, que correspondem, em português, a “desastre”, “conhecimento”, “preparo” e “enf*”. Resultados: Dos 15 documentos identificados, oito foram excluídos (quatro por não envolverem enfermeiros, três por não se tratar de pesquisas primárias e um por indisponibilidade do texto completo), resultando na inclusão de sete artigos nesta reflexão. As pesquisas foram conduzidas em cinco países: Bangladesh (n=2), Irã (n=2), Iraque (n=1), Jordânia (n=1) e Palestina (n=1). Dos sete artigos incluídos, três foram desenvolvidos com enfermeiros atuantes em serviços de emergência, e três apresentaram delineamento quase experimental, com o objetivo de avaliar o conhecimento e o nível de preparo dos enfermeiros antes e após a realização de treinamentos sobre o tema. A literatura analisada revelou resultados heterogêneos, indicando que o nível de preparação dos enfermeiros para atuar em situações de crise varia de baixo a moderado. Evidencia-se que o preparo dos enfermeiros para a atuação em situações críticas deve ser iniciado ainda durante a formação acadêmica, nas instituições de ensino, e mantido de forma contínua nas instituições de saúde em que atuam, por meio de programas de educação permanente. Nesse sentido, compreende-se que métodos de ensino diversificados devem ser implementados, incluindo abordagens inovadoras, como o uso de aplicativos para telefones inteligentes no processo de capacitação profissional. Conclusão: Enfermeiros atuantes em diferentes unidades das instituições de saúde devem receber treinamento permanente sobre a atuação em crises sanitárias e desastres naturais, uma vez que precisam estar preparados para situações que podem surgir de forma inesperada, como ocorreu na recente crise sanitária global causada pela COVID-19. Nesse contexto, os enfermeiros gestores desempenham um papel fundamental no planejamento, na implementação e na supervisão desses processos de capacitação.
Yayın
Alexithymia, stress, and anxiety among nurses
(İksad Publishing House, 2026) Uzun, Hülya; Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
For the nursing profession, which is based on patient-centered and holistic care, to be carried out effectively, nurses need to maintain a good level of psychological well-being. However, the profession-specific characteristics of nursing and the challenges encountered in practice may lead to the emergence of various psychological problems, particularly alexithymia, stress, and anxiety. Alexithymia, often referred to as “emotional blindness,” is characterized by difficulties in identifying, distinguishing, and expressing one’s own emotional states, and it negatively affects emotional regulation. Stress is defined as a state of tension in the organism caused by internal or external stimuli that disrupt physical and emotional balance. Anxiety, on the other hand, is described as an unpleasant state of distress, often accompanied by various physiological symptoms, that individuals experience during certain periods of their lives. The aim of this literature review is to provide information on alexithymia, stress, and anxiety among nurses. According to the reviewed literature, levels of alexithymia, stress, and anxiety among nurses generally range from moderate to high. Studies conducted in different contexts indicate that these psychological factors are frequently observed in nurses’ clinical practice and may affect both professionals’ well-being and the quality of care provided. However, studies that jointly examine the relationship between alexithymia, stress, and anxiety—particularly among Turkish nurses—remain limited. Understanding the relationships among these variables may contribute to protecting nurses’ mental health, improving their quality of life, and developing effective preventive strategies for a profession that plays a central role in healthcare systems. In this context, it is believed that improving working conditions and providing adequate organizational support will strengthen nurses’ psychological well-being and enhance their capacity to cope with the emotional demands of the profession.
Yayın
Does lip change following premolar extraction differ in patients with high and normal vertical growth patterns?
(Galenos Publishing House, 2026) Erdem, Buket; Başal, Ece; Emir, Büşra
Objective: To evaluate the relationship between incisor retraction and upper and lower lip repositioning in patients with high and normal vertical growth patterns (NVP), and to assess whether vertical growth pattern influences soft tissue changes following extraction treatments. Methods: Pre- and post-treatment lateral cephalograms of 79 patients who underwent extraction of two or four first premolars were analyzed. Patients were divided into a [high vertical pattern (HVP); Frankfort-mandibular plane angle (FMA) >30°, n=49] and a NVP; 22< FMA ≤30°, n=30) group. Horizontal and vertical changes in the lips, labiomental fold, and lip strain were measured, and correlations between these changes and incisor movements were assessed. Results: Upper lip retraction was greater in the HVP group (2.86 mm, p<0.05) than in the NVP group (1.97 mm, not significant). Upper lip height decreased significantly in both groups, with a slightly greater decrease in the NVP group (p<0.001). Upper lip strain decreased in both groups, especially in the HVP group (p<0.001). Incisor retraction was strongly correlated with upper-lip changes in both groups, and with lower-lip and labiomental-fold repositioning in the NVP group. Conclusion: Soft tissue response to incisor retraction varies with vertical growth pattern, with greater upper lip retraction in HVP patients. Vertical growth patterns should be considered for optimal soft tissue outcomes.
Yayın
Thermo, pH, and ionic-strength-responsive MPEG–PEI copolymer: A reversible soluble–insoluble support promotes glucoamylase immobilization and sustainable catalysis
(Elsevier, 2026) Haykır, Nazife Işık; Kosaoğlu, Hacim; Tuncel, Ali; Çelebi, Serdar Suut
Glucoamylase (GA) plays a crucial role in the saccharification of starch and other related oligo saccharides in the food and fermentation industries. The construction of an immobilized GA using a reversibly soluble/insoluble methoxy polyethylene glycol–polyethyleneimine (MPEG–PEI) copolymer synthesized via carbodiimide chemistry is presented in this work. Various MPEG:GA ratios were assessed to optimize enzyme loading and catalytic activity. Immobilized GA retained up to 12.6% of its theoretical activity but demonstrated excellent operational stability and reusability. Substrate-assisted immobilization, using maltose and maltodextrin to protect GA's active site during synthesis of the carrier, significantly improved enzyme activity—up to a 3.1- fold increase compared to the unprotected system. While maltodextrin yielded higher initial activity, maltose with a lower initial activity offered better long-term stability, maintaining 70% of its initial activity even after 11 reuse cycles. Kinetic analysis using the Lambert-W function revealed increased Km for the immobilized enzyme, indicating decreased substrate affinity due to a possible conformational change on the immobilized form of GA. While a minor decrease in conversion efficiency was observed under high initial substrate concentrations in practice, the reversibly soluble/insoluble MPEG–PEI copolymer exhibited effective thermo-responsive char acteristics, enabling the sustained and recyclable use of GA in starch hydrolysis and offering considerable potential for other future biotechnological applications.