İstanbul Sağlık ve Teknoloji Üniversitesi Kurumsal Akademik Arşivi

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Güncel Gönderiler

Yayın
LuminaConsent: AI-driven standardization and quality enhancement of urological informed consent documentation
(Kare Publishing, 2026) Topçu, İbrahim; Soylu, Tuncay; Şimşekoğlu, Muhammed Fatih; Tuzcu, Esra Melis; Salman, Zeynep; Demir, Perihan; Kaç, Beyzanur; Kartal, Muhammed Yusuf; Suzan, Serhat; Karaman, Muhammet İhsan
Objective: Informed consent is the cornerstone of modern medical ethics, but current documentation systems negatively impact patient autonomy and clinical quality due to deficiencies in readability, comprehensibility, and standardization. These is sues hinder patient participation and require innovative solutions. This study introduces the AI-powered LuminaConsent system to address standard deficiencies, comprehensibility issues, and efficiency constraints in urological informed consent documents. Methods: In a three-armed comparative study, LuminaConsent (artificial intelligence), Turkish Urological Surgery Asso ciation standard forms, and expert-developed documents were evaluated in 10 urological procedures. The system is based on the RAG architecture, which uses OpenAI’s GPT-4o-mini model and a special knowledge base consisting of 12 clinical publications. Three independent urology specialists conducted a blind evaluation using a 100-point scale across five areas: scientific content accuracy, patient communication effectiveness, quality of risk-benefit information, perioperative guidance, and legal-ethical compliance. RESULTS: LuminaConsent achieved higher performance with mean scores of 82.33 points (SD±4.2) versus 78.77 points (SD±6.1) for professional society standards and 57.43 points (SD±3.8) for specialist documentation, representing statisti cally significant improvements of 43.3% over specialist practices (p<0.001) and 4.5% over professional society standards (p<0.05). The system demonstrated consistent high-quality output across all procedures while generating comprehensive documentation within 96-180 seconds compared to traditional processes requiring multiple days. Conclusion: LuminaConsent offers a pioneering model for systematic AI integration in clinical practice with its evidence based content generation and bilingual processing capabilities. The findings support the potential to empower patient auton omy, reduce application variations, and improve ethical standards.
Yayın
Saúde ambiental: Enfermagem e manejo de resíduos hospitalares
(Even3 Publicacoes, 2026) Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
São considerados geradores de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) os locais que prestam atendimento a seres humanos e produzem resíduos perigosos, ou seja, aqueles com potencial de risco, como materiais biológicos, objetos perfurocortantes, produtos químicos perigosos e materiais radioativos. Diante disso, entende-se que o descarte desses resíduos deve ser adequadamente gerenciado, de modo a não causar prejuízos ao meio ambiente nem à saúde pública. A enfermagem, por estar envolvida em praticamente todas as ações de saúde realizadas nas instituições hospitalares, desempenha papel fundamental no manejo e no descarte de resíduos hospitalares. Nesse contexto, a presente revisão da literatura teve como objetivo analisar o papel da enfermagem no manejo de resíduos gerados em hospitais. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, baseada em cinco artigos científicos identificados na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), por meio de buscas realizadas em dezembro de 2025. Foram incluídos artigos publicados em língua portuguesa, sem delimitação temporal, que apresentavam, em seus títulos, os descritores “enfermagem” e “resíduos”. Inicialmente, foram identificados vinte estudos, dos quais cinco atenderam aos objetivos da revisão e foram incluídos na análise. Ressalta-se que não foi adotada uma metodologia sistemática para a seleção dos artigos. Os estudos analisados indicaram que os profissionais de enfermagem apresentam boa compreensão acerca da importância do descarte adequado dos resíduos hospitalares, da supervisão do manejo adequado e de sua responsabilidade socioambiental. Contudo, fatores como a escassez de materiais e a sobrecarga de trabalho configuram obstáculos à tomada de decisão, favorecendo práticas inadequadas de descarte de resíduos. Além disso, embora a equipe de enfermagem reconheça a relevância do gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, a insuficiência de conhecimentos específicos evidencia a necessidade de educação continuada sobre o tema, especialmente para o reconhecimento das etapas do gerenciamento desses resíduos. O descarte adequado inicia-se com a segregação correta, seguida do acondicionamento e da identificação apropriados, abrangendo a coleta e o tratamento, e culmina na disposição final ambientalmente segura, garantindo a proteção da saúde dos profissionais, da comunidade e do meio ambiente. Dessa forma, enfatiza-se o papel fundamental dos formuladores de políticas públicas, dos administradores das instituições hospitalares e dos gestores de enfermagem no que se refere ao ensino, à capacitação e à supervisão do descarte adequado dos resíduos de serviços de saúde, visando à proteção das comunidades por meio da preservação do meio ambiente.
Yayın
O gerente de enfermagem na estratégia saúde da família: Uma reflexão
(Even3 Publicacoes, 2026) Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
A Saúde Única é um conceito que integra a saúde humana, animal e ambiental, reconhecendo a interdependência entre esses três componentes. A Estratégia Saúde da Família (ESF), cujo um dos objetivos é a educação em saúde da comunidade, configura-se como uma importante aliada da abordagem de Saúde Única, especialmente por meio da educação em saúde ambiental e da vigilância em saúde no território. À frente dessa estratégia, o gerente de enfermagem atua no planejamento, na coordenação e na gestão de ações voltadas à promoção da saúde e à prevenção de agravos. Este texto buscou refletir, justamente, sobre o papel do gerente de enfermagem na ESF, como importante incentivador da abordagem de Saúde Única. Trata-se de uma reflexão teórica. Uma busca não sistemática foi realizada no mês de dezembro de 2025, na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), visando encontrar artigos científicos que abordassem o tema ‘gerência de enfermagem na ESF’. Diversos descritores, como “enfermagem”, “gerência”, “gerente de enfermagem”, “saúde da família”, “saúde pública” e “saúde básica”, foram utilizados em diferentes combinações nas buscas por títulos de estudos originais de pesquisa primária em português, sem limite de data de publicação, cujos textos completos estivessem disponíveis na Internet. Dos 32 artigos encontrados, seis atenderam ao objetivo do estudo e foram incluídos nesta reflexão. A importância do gerente de enfermagem na ESF é inquestionável. É por meio das funções básicas da gestão — planejamento, organização, direção, coordenação e controle — que a enfermagem pode prestar uma assistência de qualidade, estabelecendo acolhimento, confiança e vínculo com a comunidade. No entanto, observa se que o gerenciamento de enfermagem na ESF frequentemente ocorre de forma desestruturada. A ausência de planejamento e a fragilidade das habilidades gerenciais dos profissionais geram diversos problemas, como sobrecarga de trabalho, sentimentos de insatisfação, frustração e desvalorização profissional. Esses fatores dificultam o alcance de objetivos fundamentais da abordagem de Saúde Única, tais como a cooperação com a comunidade para a prevenção e o controle de zoonoses; a promoção integrada da saúde humana, animal e ambiental; o fortalecimento da vigilância em saúde; o estímulo à intersetorialidade; a redução dos impactos ambientais na saúde; a promoção da educação em saúde e da consciência ambiental; o combate à resistência antimicrobiana; e o fortalecimento da segurança alimentar e nutricional, configurando-se, assim, como um entrave à efetivação da Saúde Única. Dessa forma, os gerentes de enfermagem que atuam na ESF devem estar preparados, tanto na teoria quanto na prática, para exercer a liderança com autonomia e capacidade de tomada de decisão, de modo a conduzir as equipes de enfermagem à integralidade do cuidado, especialmente por meio da educação em saúde.
Yayın
Educação ambiental e enfermagem: O papel do enfermeiro gestor
(Even3 Publicacoes, 2026) Aydoğdu, Ana Luiza Ferreira
O Código Internacional de Enfermagem estabelece que os profissionais de enfermagem têm responsabilidade pela preservação do meio ambiente. Nesse sentido, a educação ambiental constitui uma estratégia fundamental no âmbito da gerência de enfermagem, especialmente na Atenção Primária à Saúde (APS). O gestor de enfermagem desempenha papel central no planejamento, na organização e na coordenação de ações voltadas ao compartilhamento de informações com a comunidade sobre a relação entre ambiente e saúde. Esta revisão de literatura teve como objetivo examinar as funções do gestor de enfermagem atuante na APS enquanto educador ambiental. Trata se de uma revisão narrativa, fundamentada em uma coletânea de estudos identificados na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e no Google Acadêmico, por meio de buscas realizadas em dezembro de 2025. Para a seleção dos estudos, utilizaram-se os descritores “enfermagem” e “educação ambiental”. Foram incluídos textos publicados em língua portuguesa, sem delimitação temporal, cujo conteúdo apresentasse relevância para a temática proposta. A seleção ocorreu com base na pertinência ao tema, não sendo adotada metodologia sistemática. Ao final do processo, quatro artigos científicos que abordaram de forma mais aprofundada a relação entre a gerência de enfermagem e a educação ambiental foram analisados e sintetizados. O gestor de enfermagem destaca-se como peça-chave na consolidação da educação ambiental como estratégia de promoção da saúde e de fortalecimento da abordagem da Saúde Única, devendo atuar como mediador entre a equipe de saúde, a comunidade e o território. Para tanto, torna-se essencial a formação de enfermeiros com consciência crítica acerca das questões ambientais, de modo que, ao assumirem funções gerenciais, estejam preparados para atuar como educadores em saúde e incentivadores de ações que integrem a comunidade à saúde ambiental. Essas ações podem ser desenvolvidas por meio de rodas de conversa e oficinas educativas sobre saneamento básico, campanhas de prevenção e controle de zoonoses, manejo adequado de resíduos e uso racional da água, entre outras. Tais ações também devem ser desenvolvidas durante as visitas domiciliares. Destaca-se, ainda, a utilização do tempo de espera dos usuários nas unidades de APS como espaço educativo, com o desenvolvimento de atividades de sala de espera voltadas à prevenção de doenças, à promoção da saúde e à sustentabilidade. Nesse contexto, a parceria com instituições de ensino superior configura-se como uma estratégia relevante, uma vez que essas atividades podem ser conduzidas por estudantes de enfermagem, favorecendo a interação entre estudantes, a equipe de saúde e a comunidade. Entretanto, fragilidades ainda são observadas na abordagem ambiental nos cursos de enfermagem, o que dificulta tanto a formação de líderes de enfermagem voltados à educação ambiental quanto a efetivação de ações que promovam a interação entre estudantes e a comunidade. Dessa forma, torna se imprescindível a adoção de medidas que fortaleçam a formação de gerentes de enfermagem aptos a atuar na educação ambiental da comunidade.
Yayın
The effects of anthocyanin consumption on functional connectivity in dementia and type 2 diabetes mellitus
(Elsevier, 2026) Müdüroğlu Kırmızıbekmez, Aynur; Önder, Alparslan; Özdemir, Mustafa Yasir; Yüksel Eryiğit, Önder; Kara, İhsan
This study investigates the effects of 12 weeks of anthocyanin consumption on brain function in individuals with Dementia with Type 2 Diabetes Mellitus (T2DM) and Dementia alone. Two groups of individuals: 12 participants with T2DM comorbid with dementia and 31 participants with dementia alone. EEG recordings were collected at baseline, before the start of the study, and after 12 weeks of anthocyanin consumption. During the study period, participants consumed 300 mg of anthocyanins daily. EEG recordings were conducted using a 21-channel gel EEG cap following the 10–20 system at a sampling rate of 500 Hz. EEG signals were divided into seven frequency bands, and the Imaginary Part of Coherence (iCOH) metric, which reduces volume conduction effects, was used to evaluate functional connectivity. Within-group analyses were performed using the Wilcoxon signed-rank test, and between-group comparisons were conducted using the Mann-Whitney U test, both implemented in Python. This study demonstrates that 12 weeks of anthocyanin supplementation positively impacts neural network ef ficiency and functional connectivity in both the Cognitive Impairment (CI) group and the Type 2 Diabetes Mellitus with Cognitive Impairments (T2DMwCI) group. Significant improvements were observed in iCOH, GE, and LE metrics across delta, theta, beta, and gamma frequency bands, indicating enhanced information pro cessing and potential compensatory mechanisms. These findings highlight the neuroprotective properties of anthocyanins, suggesting their potential to mitigate cognitive decline associated with T2DM and dementia. As a result, it supports the idea that anthocyanins are a potential dietary intervention for mitigating cognitive decline, though further research is needed to validate and expand these results.